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Região vitivinícola

DOURO E PORTO

Porto e Douro são territórios de vinho.

O Porto é, pela sua história e natureza, uma cidade aberta ao mundo. O comércio do vinho apresenta-se como um ponto incontornável da sua identidade e evolução. O vinho marca o crescimento, o traçado, o património da cidade, reforçando as características que valeram ao Porto o reconhecimento da UNESCO, ao inscrever, em 1996, o seu centro histórico na lista do Património Mundial.

O Douro, pela sua história e natureza, está associado à cultura do vinho desde tempos imemoriais. Com condições climáticas muito próprias, um solo que exige um trabalho árduo e um modo ímpar de trabalhar a terra, o Douro Vinhateiro forma uma paisagem magnífica. Montanhas rochosas de xisto foram transformadas em socalcos, criando uma paisagem desenhada e esculpida pelo homem. O Alto Douro Vinhateiro foi inscrito em 2001 pela UNESCO na lista Património Mundial, como paisagem cultural evolutiva e viva. 

A Região Demarcada do Douro ocupa uma área de 250 000 ha com clima predominantemente mediterrânico e solos xistosos. Divide-se em três sub-regiões: Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior. No Baixo Corgo, a temperatura é amena e a precipitação elevada. Avançando para montante - Douro Superior - a humidade diminui e a temperatura aumenta, gerando um clima mais seco e com maiores amplitudes térmicas. Assim, os vinhos do Baixo Corgo têm características muito diferentes dos do Douro Superior. 

Uma das expressões mais valiosas desta região é o seu património genético, com mais de uma centena de castas autorizadas destacando-se: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinta Amarela e Sousão (castas tintas); Códega, Malvasia Fina, Rabigato, Moscatel Galego Branco, Gouveio e Viosinho (castas brancas).

O Vinho do Porto distingue-se dos restantes vinhos pelas suas características: ampla diversidade de tipos, persistência muito elevada de aroma e sabor e potencial de envelhecimento. Afirma-se como um vinho único. A diferença está na sua produção: o mosto não irá fermentar totalmente pois a adição da aguardente de origem vitícola interromperá este processo. Na sua viagem pelo tempo, evolui, torna-se diferente na cor e complexo no aroma.

O Vinho do Porto apresenta-se em quatro estilos, com base na cor e características de cada vinho.

Ruby
Encorpado e intenso, preserva as características originais que lembram frutos vermelhos. Aqui encontramos Vintage, Late Bottled Vintage, Crusted e Reserva. Os Vintage podem envelhecer em garrafa durante muitos anos. 

Tawny
A exposição gradual ao ar concentra os sabores e amadurece as cores, que passam do rubi ao âmbar, enquanto os aromas evoluem para criar sabores complexos e subtis a frutos secos, baunilha e caramelo. Aqui encontramos Colheita, Tawny com Indicação de Idade (10, 20, 30 e 40 anos) e Reserva.

Branco
Oferece um mundo de opções, com cores que vão do branco pálido ao dourado e sabores extremos, desde o muito seco ao muito rico e doce. Aqui encontramos Colheita, Brancos com Indicação de Idade (10, 20, 30 e 40 anos) e Reserva.

Rosé
Vinho de cor rosada, com exuberância aromática e notas de cereja, framboesa e morango. Deve ser apreciado novo, fresco, com gelo ou em cocktails.
Das mesmas uvas com que se produz a DOP Porto, produz- se a DOP Douro: Douro, Moscatel do Douro e Espumante do Douro. 

Elaborados a partir de castas autóctones, são expressões ímpares do terroir duriense, capazes de levar o seu testemunho pelo mundo fora. Tintos, brancos e rosés são fruto da combinação ímpar do solo, clima e trabalho da terra com respeito pela natureza. Vinhos que cheiram e sabem ao Douro: ao xisto, à esteva, às flores e frutos do campo. 

Os vinhos brancos tendem a ser secos, macios e ricos, com notas florais, citrinas e minerais. Encorpados por natureza, frequentemente estagiam em madeira, originando uma cor palha, amarelada de fruta tropical. São, na maioria, provenientes de lotes de castas como Gouveio, Viosinho, Rabigato e Malvasia Fina. 

Os vinhos tintos são predominantemente feitos de lotes de Touriga Nacional com Tinta Roriz ou Touriga Franca entre muitas outras. São usualmente encorpados, robustos com notas de sub-bosque. Com grande potencial de envelhecimento, podem ser consumidos jovens, apreciando na plenitude a fruta intensa (preta/vermelha).

Os vinhos rosé apresentam-se normalmente com notas florais de violeta e lavanda, notas frutadas de morango e framboesa, notas frescas minerais, com tons de feno e uma cor rosada viva; resultam da vinificação de uvas tintas onde se utilizou, na generalidade, a tecnologia de vinificação dos vinhos brancos (fermentação sem películas).

Os Espumantes são normalmente elaborados com lotes de castas brancas, podendo no entanto ser utilizadas variedades tintas. Apresentam-se usualmente encorpados, de estilo seco ou doce. A altitude proporciona frescura e humidade, maturações mais tardias, mostos com acidez mais elevada e álcool mais baixo. A par da altitude, os solos, misto de xisto e granito, contribuem também para o afinamento dos espumantes da Região, proporcionando-lhes uma excelente componente aromática.

O Moscatel do Douro traz-nos vinhos interessantes e complexos, elaborados com a casta Moscatel Galego Branco. Esta casta é particularmente aromática e atinge níveis elevados de doçura quando amadurecida, sendo ideal para vinhos licorosos. Estes vinhos tendem a ter bom equilíbrio de acidez, aromas florais e cítricos e sabor de casca de laranja ou tangerina. Podemos também encontrar aromas de damasco, mel e manteiga, adquirindo intensos traços de aroma de frutos secos (figo e avelã), mediante o tempo de envelhecimento na madeira, responsável em grande parte pela sua cor dourada e textura aveludada.

A qualidade é uma expressão da tipicidade e unicidade garantida e aprovada pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP, I.P.), que tem como missão a certificação, o controlo da qualidade, a fiscalização, a proteção e a promoção das Denominações de Origem Porto e Douro e da Indicação Geográfica Duriense. Embaixador dos Vinhos do Porto e Douro em todo o mundo, o IVDP, I.P. é um instituto público, integrado na administração indireta do Estado, com jurisdição sobre todo o território nacional. Está sujeito à tutela do Ministério da Agricultura.

Uma viagem pelo Porto e Douro é uma viagem pelos vinhos do Porto e do Douro. Conheça-os!

Fonte: Instituto dos Vinhos do Douro e Porto

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